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Vem cá, deixa eu te indicar um livro! - Parte 6

Toda semana a indicação de 7 dos meus entrevistados nas lives da quarentena


Precisando de uma mãozinha para escolher a sua próxima leitura? Trouxe indicações de Rochelly do Monte, Artur Rodrigues, Jonas Ribeiro, Luiz Puntel, Heitor Neto, Angelo Asson e Taís Moraes.

Se você perdeu as últimas indicações é só clicar aqui, aqui, aqui, aqui e aqui.



Pollyanna, Eleanor H. Porter

Indicação de Rochelly do Monte


Órfã de pai e mãe, Pollyanna, uma menina de 11 anos, é acolhida pela tia Polly, sua única parente viva. Rica e intransigente, a tia é desprovida de compreensão e afetividade, e recebe a menina em sua casa como um dever. Pollyanna, por sua vez, é uma menina encantadora, que a todos conquista com sua paixão pela vida e pelas pessoas, seu otimismo, sua alegria de viver... e o Jogo do Contente, que pratica e ensina a quem quiser aprender. Um jogo em que ninguém perde, todos ganham – e se transformam.







Indicação de Rochelly do Monte


Quando se trata da arte de cantar e contar histórias, Bia Bedran costuma ser uma das primeiras referências a serem citadas. Em mais de 35 anos dedicados ao público infantil, Bia construiu uma carreira de sucesso, participando ativamente da infância de várias gerações, educando, permeando sonhos e estimulando a criatividade de crianças do Brasil inteiro. Neste livro, um rico estudo sobre narrativas orais e processos criativos, ela aborda a importância da palavra contada, multiplicadora de possibilidades criativas.








O lado fatal, Lya Luft

Indicação de Artur Rodrigues


O lado fatal é uma catarse poética, onde Lya derrama seu luto em metáforas que nos enchem os olhos de lágrimas e o coração de empatia. Com extrema sensibilidade, nos transforma em seus amigos imaginários: cúmplices e companheiros de reflexões sobre a complexidade das relações humanas e a força dos sentimentos. São poemas onde o encantamento das palavras transpira a virulência da dor, da inconformidade com o próprio destino. Ao verbalizar seus sentimentos mais profundos, ela reestrutura sua vida a partir dessa perda. Um ponto zero numa vida refeita na morte: passo a passo, com pequenos atos do cotidiano que trazem alívio e conforto em sua previsibilidade. Em sua constância. Sua poesia ganha força com a humanidade de sua escrita.



Os apanhadores de conchas, Rosamunde Pilcher

Indicação de Jonas Ribeiro


Os Apanhadores de Conchas é um romance de laços e ligações: de uma família, das suas paixões, das mágoas e desgostos por ela vividos durante três gerações. Conta a história da família Keeling e de Penelope, cujo amor, coragem e valores pessoais determinam o curso de todas as suas vidas. Está nas mãos de Penelope decidir o futuro da família e o caminho que podem vir a percorrer. Será ela capaz de unir o que se quebrou no passado, ligando as pontas soltas das suas vidas? Uma história de pessoas reais - mães e filhas, maridos e amantes -, inspirada em valores e ideias tangíveis que tocam verdadeiramente todos os leitores. Os Apanhadores de Conchas é um romance mágico, daqueles que surgem uma vez a cada 50 anos e que nos faz querer regressar sempre às suas páginas.



Indicação de Luiz Puntel


Balzac e a Costureirinha Chinesa é uma crônica da vida na China durante a revolução de 68. Um romance sobre a felicidade da descoberta da literatura, a liberdade adquirida através dos livros e a fome insaciável de ler numa época em que as universidades foram fechadas e os jovens intelectuais mandados ao campo para serem 'reeducados por camponeses pobres'. Entre os que tiveram de abandonar as cidades está o narrador de Balzac e a Costureirinha Chinesa e seu melhor amigo Luo. O destino deles é uma aldeia escondida no topo de uma montanha. A vida não é fácil para a dupla mas com muita coragem, senso de humor, uma forte imaginação e a companhia da Costureirinha - a menina mais bela da região - o tempo vai passando. Até que descobrem uma mala repleta de livros banidos pela Revolução Cultural. As obras, sobretudo Ursule Mirouët de Balzac, desnudam aos adolescentes uma realidade que nunca haviam imaginado - é por intermédio do mundo novo além das fronteiras chinesas e dos grandes mestres da literatura que o narrador Luo e a Costureirinha compreendem que suas vidas pertencem a algo muito maior.



Indicação de Heitor Neto


Um menininho traquinas, diziam. Tinha macaquinhos no sótão, deitava e rolava, fazendo confusão. Um anjinho, um saci? Alegria da casa, liderava a garotada. Namorador, fazia versinhos, compunha canções, inventava brincadeiras. Era sabido, um amigão. “Menino Maluquinho”, diziam sorrindo as pessoas. Não era, não! Só mais tarde descobriram que tinha sido um garotinho muito amado e, por isso mesmo, muito feliz.







Flicts, Ziraldo

Indicação de Heitor Neto


Tudo tem cor. O mundo é feito de cores, mas nenhuma é Flicts. Uma cor rara, frágil, triste, que procurou em vão um amigo entre outras cores, que não encontrou um lugar para ficar. Abandonada, Flicts olhou para longe, para o alto, e subiu, para finalmente encontrar-se.









1822, Laurentino Gomes

Indicação de Angelo Asson


Em 1822, o escritor compara diferentes relatos sobre o dia 7 de setembro que redefiniu os rumos do nosso país. Mais do que desmistificar o grito da independência às margens do Ipiranga, o escritor analisa como D. Pedro conseguiu, apesar de todas as dificuldades, fazer do Brasil uma nação de proporções monumentais.Laurentino observa como as mudanças provocadas pela fuga da família real portuguesa em 1808 deram início a um processo de maior autonomia que pressionou o príncipe regente a declarar a independência do Brasil. O autor mostra como as Guerras Napoleônicas, a Revolução Francesa e a independência dos Estados Unidos influenciaram as ideias de brasileiros que defendiam o fim da submissão à metrópole, formando um ambiente favorável à criação de um novo país.No entanto, declarar a independência foi apenas o começo. Com os cofres brasileiros esvaziados por D. João VI em seu retorno a Portugal, D. Pedro se viu diante do desafio de reduzir os gastos do governo, construir a ideia do que é “ser brasileiro” e reprimir as revoltas internas. Para alguns brasileiros, era necessário romper radicalmente com os portugueses e proclamar a república, enquanto outros não viam motivo para ser parte do país que estava surgindo. Além das proporções continentais representarem uma dificuldade ao projeto de preservar a unidade do território colonial, em 1822 o Brasil já apresentava um cenário de extrema desigualdade. Enquanto cidades como Rio de Janeiro e Salvador contavam com uma população urbana, universidades e instituições governamentais, em outras regiões era praticada apenas a agricultura de subsistência. Foi necessário um esforço de vários personagens para estabelecer uma nova nação. Laurentino une a pesquisa a um texto leve e saboroso que trata história como um assunto cativante, que nos leva a compreender melhor as origens do Brasil e como problemas estruturais ainda influenciam a nossa realidade.



Falando com estranhos, Malcom Gladwell

Indicação de Taís Moraes


Neste livro, Malcolm Gladwell apresenta uma análise surpreendente da maneira como interagimos com as pessoas que não conhecemos – e questiona por que tantas vezes fazemos julgamentos equivocados em relação a elas.

Existe algo muito errado com as estratégias que usamos para interpretar os outros. Por não sabermos falar com estranhos, abrimos a porta para conflitos e mal-entendidos, às vezes com consequências catastróficas.

Em Falando com estranhos, você lerá sobre uma espiã que passou anos nos mais altos níveis do Pentágono sem ser detectada, sobre o homem que derrubou o gestor de fundos Bernie Madoff, sobre o suicídio da poeta Sylvia Plath e várias outras histórias intrigantes.



Sinopses retiradas do site da Amazon.

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